HORMÔNIOS E INTENÇÕES
A diferenciação sexual se faz a partir da menarca ou puberdade,fase em que os hormônios sexuais,estrógenos e a testosterona,irão trazer diferenças marcantes.
Sabemos que os hormônios definem comportamentos, pois interferem em locais específicos no cérebro responsáveis por: estabilidade de humor, prazer, autocontrole, desejos, receptividade, doçura, agressividade.
Mas não é só no aspecto físico que estas mudanças demonstram a diferenciação sexual.
Interesses diferentes entre homens e mulheres irão definir particularidades em relação a esta expressão comportamental e certamente levando em conta exceções onde teremos homens dóceis, maternais que se pudessem estariam amamentando.
O cérebro feminino neste momento manifesta a intuição ,a capacidade de cuidar e a necessidade em ser amada.
As primeiras crises de angustia de perda de afeto ou de desejos não correspondidos.
Meninas conversam horas ao telefone comentando sobre seus amores, dissabores e também criticando as s SUAS possíveis CONCORRENTES . Percebemos mulheres em fase de ovulação, não só na espécie humana, buscando seduzir seus parceiros e por outro lado, de forma espontânea, afastando-se ou agredindo outras mulheres q possam representar ameaça ou dividir a atenção do par. A menina adolescente em geral terá uma amiga confidente e um movimento de proteção mutuo p fortalecer esta competição em relação à outras e isso poderá persistir na vida adulta ate o final da fase de procriação.
A definição das formas com as mudanças no sexo feminino e masculino, traz como resultado a possibilidade de procriação.
Na fêmea, cintura, olhar, doçura, seios, coxas, cheiro, menstruação...
Vemos o comportamento de sedução através do olhar, das roupas, da maquiagem, temos a fêmea enfeitando-se para seu par. Afinal esta diferenciação, ou seja, as curvas, as nádegas, as coxas com o seu andar leve, sedutor e macio de fêmea serão os fortes atrativos ao macho que busca perpetuar seu gene.
Certamente existe a expressão dos níveis hormonais no olhar, cheiro, mamas, lubrificação o que torna a intera,cão homem –mulher algo desejado e por momentos a única forma de encontrar a felicidade
Na mulher a ciclicidade apresenta-se na possibilidade de seduzir conquistar e lutar por seu parceiro, própria da fase estrogênica e ovulatória com a na possibilidade de se preservar e recolher no período pos ovulação-fase do progesterona ou lutea
É como se buscássemos fertilizar o óvulo e depois ter o período de repouso da fase lútea rica em progesterona ,preparando p acolher o futuro bebê. O cérebro feminino terá a busca permanente de segurança. Isso define a possibilidade de gestar, cuidar da prole, ou de seus filhotes, abandonando aspectos pessoais em nome da sobrevivência de seu bebê.
O que será que torna a mulher capaz de exercer suas atividades e voltar para casa disponível a dar alimento, amor e fica sem dormir apesar de seu cansaço?.
O progesterona, prolactina e oxcitocina exercem um papel importante na possibilidade de maternagem. Com o progesterona alto a mulher se acalma, é capaz de executar suas atividades com doçura e permanecer atenta ao seu bebê e família. A prolactina trará a possibilidade de amamentar juntamente com a oxcitocina sendo a interação destes hormônios de extrema importância para os cuidados com o bebê, a fidelidade ao parceiro e os cuidados com o lar.
Auto-imagem
Em relação à satisfação com a imagem corporal, ficamos surpresos ao ler pesquisas e perceber que em grande parte das meninas, haverá uma insatisfação permanente em relação à NOVA forma corporal, enquanto que em meninos a nova forma. Barba, tronco e pênis, serão certamente supervalorizados e motivo de orgulho.
Imagem corporal
A rigidez e o julgamento afetam profundamente a mente adolescente e a critica em relação ao peso, com a falta de respeito ao biótipo feminino curvilíneo, vem trazendo um resultado alarmante na epidemia da magreza e os transtornos alimentares. De um lado o pânico em relação à obesidade de outro o contraste da supervalorização do corpo, da magreza e da perda de contorno feminino.
O exagero dos hormônios - terapia de reposição hormonal em crise
A modulação hormonal no comportamento feminino é preciosa e perigosa
Por um lado traz de volta o brilho do olhar, o feminino fértil, o vigor da sobrevivência, mas muitas vezes o desejo de estar com as forma em cima, músculos e rigidez vão superar a docilidade.
Vem a mudança de comportamento, agressividade, descontrole, impaciência, e doenças do sexo masculino, podem aflorar no ser feminino.
Perdemos hormônios, perdemos a ciclicidade, perdemos a identidade, delicadeza, ganhamos músculos, força, potência, agressividade, o que aconteceu? Será isso um resultado ou conseqüência das mudanças sócio-econômicas e culturais?
Na terapia de reposição hormonal, no uso de anticoncepcionais, implantes e exageros de medicações para emagrecer,devemos estar atentos a mudanças comportamentais e aos riscos decorrentes dessas mudança.
A que pressão estamos sucumbindo, que nos tira o alimento, as curvas, a menstruação s e nos coloca de forma competitiva no mundo invalidando a qualidade feminina?
Ficaremos com este questionamento e devemos avaliar internamente o q nos mobiliza para a perda da identidade e da forma feminina.
Homens e hormônios - deuses e demônios
Meninos fazem turmas, sempre podemos observar, eles precisam de grupos Trazem o sentido de apoio e busca de equipe ou times.
Buscam dar vazão a agressividade nos esportes, juntam-se p os momentos de lazer e se fortalecem com a interação.
Na adolescência a impulsividade supera o controle do lobo frontal e a perda do controle e a consciência de risco e conseqüências dá lugar ao , a ruptura das regras sócio-culturais é nessa fase que ocorrem acidentes, brigas, mortes por armas e ate o suicídio.
Hormônios masculinos às vezes cometem loucuras, por uma conquista por uma mulher ou até pelo time de futebol na arquibancada; quando será que amadurecem?
Em geral após a queda da impulsividade ,quando os hormônios se modulam ao meio ,a família e ao grupo social a que pertencem
Às vezes demora, mas esses são os homens.
Em homens a definição de ciclicidade ou periodicidade é menos definida. Espalhar o maior número de espermatozóides e definir um padrão de domínio em seu pequeno império é o desejo de todo macho.
Interesses diferentes entre homens e mulheres irão definir particularidades em relação a esta expressão comportamental e certamente levando em conta exceções onde teremos homens dóceis, maternais que se pudessem estariam amamentando.
Porem homens com níveis de testosterona excessivamente altos dificilmente terão doçura e a leveza para doação de se espaço e tempo. Estarão lá com as crianças de certa forma brincando com elas e compartilhando o prazer da aventura ,até que aquilo não vire um choro, doença u a invasão de seu espaço
O homem quando envelhece corre o risco de perder sua força e quando se constroe de forma exaltada às vezes não tira proveito da maturidade.
Hormônios modulam comportamentos e a queda de testosterona não será o único vilão do envelhecimento masculino, mas certamente é um dos grandes elementos da depressão no idoso, da falta de coragem de reagir às perdas e da perda do desejo de buscar uma nova parceira.
A testosterona estabelece a força de competição, projetos e a visão de força diante do medo.
A supra renal, uma glândula operacional em momentos de stress e de alerta também dá a possibilidade de agir diante do confronto, manter carga vital e se recuperar após um dia pesado.
Envelhecer no homem as vezes é perder a ereção ,dificuldade essa que o coloca nos consultórios trazendo uma busca de soluções ,mas as vezes esse quadro vem rodeado de perdas estruturais, musculares, ósseas, neuronais, trazendo doenças crônicas, obesidade, diabetes e até morte cardiovascular.
Então texto não é só ereção libido. É muito mais; é a juventude do corpo físico e mental
Quando pensamos em um individuo vitalizado, enxergamos em seu olhar seus hormônios, e isso é um dado a ser levado em conta quando temos em nossa frente um individuo em fase de sofrimento, depressão e algumas vezes até no câncer.
Hormônios recuperam forças, brilho; é a seiva de vida, onde a bioquímica cerebral traz a busca do controle dos eixos e da ritmicidade.
Então porque tememos os hormônios?
Na verdade o que devemos lembrar é que:
- os hormônios devem ser utilizados em dose de reposição e não de sobrecarga
- devemos modular as informaçoes celulares e não suprimi-las
- ver os limites daquele individuo, biotipo para escolher corretamente.
- dosar previamente os niveis hormonais e fazer controle de reposiçao
- verificar individualidade bioquimica, riscos familiares [doenças já apresentadas na familia, a forma como familiares envelheceram, doenças em fase de entrada de menopausa ou andropausa]
Enfim só um trabalho de modulação hormonal será correto e essa será feita de forma única. Não há individuo igual em sua bioquimica, são apenas parecidos, mas não podemos olhar como um grupo e sim como um único.
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